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JARDIM DO ÉDEN – psicodelia radiante
Há sempre o verso e o anverso
Para que a sorte tenha o viés do contra gosto... Eu que sempre perco e peco por demais Na verdade é só o contrassenso De saber somente na verdade O inicio O início; sem soluços Apenas o cristal que sempre impulsiona; e imprime A luta... O contra que está no fim E o fim é decadência Decadência da mesma frase em que vai terminar Como uma sina Uma sina irmão O contra sonhos... Aflito medo: sem explicação Não me perco E nem deixo de ser Querubim Não mereço viver fora deste jardim Pois sou o barro Leonardo Daniel 09/08/17
Leonardo Daniel
Enviado por Leonardo Daniel em 30/03/2020
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